sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O Mundo vive as Olimpíadas

Na manhã desta sexta-feira (08/08/2008), 09hs e 08min - horário de Brasília, exata 20hs e 08min, noite em Pequim, ocorreu à cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos 2008.


Na verdade, a China já vem respirando os ares dos jogos olímpicos desde a última olimpíada disputada em Atenas, na Grécia, há quatro anos. Os chineses esperavam ansiosos por esse momento. Pois gastaram bilhões de dólares na realização de diversas construções como: arenas olímpicas, hotéis e tudo mais a torto direito para os jogos. Dessa forma, também, para receber os atletas e turistas de todo mundo.



O universo seja ele, pela manhã, tarde ou noite, estavam os seus focos destinados à Ásia. Mais precisamente, no Estádio Nacional, conhecido por Ninho de Pássaro, com suas dependências lotadas, sendo a capacidade para 90 mil pessoas. Nele, o maior acontecimento do dia: as Olimpíadas.



O Brasil surgiu por volta das 10hs 30min, horário de Brasília, quando a delegação adentrou ao Estádio Ninho de Pássaro. Como porta-bandeira do país estava o iatista Robert Scheidt, seguido de todos os atletas. Entre eles, as equipes de vôlei, handebol, ginastas e Jadel Gregório e outros.



A China foi a última delegação a desfilar no Estádio Nacional, entrou por volta das 12hs e 10min, com o jogador de basquete Yao Ming, de 2 metros e 29 centímetros, carregando a bandeira do país.



Portanto, sejam bem vindos aos Jogos Olímpicos de Pequim. Boa sorte a todas as delegações. Em especial, o BRASIL!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Seleção Olímpica Brasileira

No final da tarde de ontem (07/07), no Rio de Janeiro, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a lista do técnico Dunga dos 18 jogadores que disputarão, em princípio, os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, na China. A convocação atende ao prazo estabelecido pela FIFA de 15 dias do início da preparação para as Olimpíadas.


Porém, a data final para a convocação definitiva para as Olimpíadas de Pequim será divulgada no dia 23 de julho. Após essa data, só poderá ser convocado outro atleta, em caso e sendo evidenciada, uma lesão séria comprovado pela equipe médica brasileira.



Abaixo, segue a lista dos jogadores convocados. Contudo, tente você torcedor-leitor, ir montando o seu time ideal para essa competição. Lembrando que, ainda, é inédito a conquista para seleção canarinho, caso venha se concretizá-la.


Confira os jogadores convocados:


Goleiros:
Diego Alves – Almería
Renan – Internacional


Zagueiros:
Alex Silva - São Paulo
Breno - Bayern de Munique
Thiago Silva – Fluminense


Laterais:
Ilsinho - Shakhtar Donetsk
Rafinha - Schalke 04
Marcelo – Real Madrid


Meio-campistas:
Andersom – Manchester United
Diego – Werden Bremen
Hernanes – São Paulo
Lucas – Liverpool
Ronaldinho – Barcelona
Thiago Neves – Fluminense


Atacantes:
Alexandre Pato – Milan
Jô – Manchester City
Rafael Sóbis – Real Betis
Robinho – Real Madrid


Autor: Daniel Miranda

terça-feira, 1 de julho de 2008

Mensagem do Dia

Por mais que o Dunga da seleção não seja nenhum anão, adora ver o Brasil jogar como time pequeno.

França vence Brasil, outra vez, com show de Zidane

Há exatos dois anos, o Brasil se despedia da Copa do Mundo disputada na Alemanha, em plenas quartas de finais. Diante da equipe francesa comandada pelo craque Zinedine Zidane, a Seleção Brasileira perdeu pelo placar de 1 a 0, com gol de Henry, marcado aos 12 minutos da segunda etapa. A partida foi realizada no Estádio Waldstadion, em Frankfurt, perante um público de 48 mil espectadores.


A história enfim, se repetia. Como, também, ocorreu na Copa do Mundo de 1998, disputada na França. Onde na época, o Brasil levou 3 a 0 na final para o mesmo adversário, com dois gols de Zidane e outro marcado por Petit. Essa partida foi realizada no dia 12 de julho, no Estádio Stade de France, localizada na cidade de Saint-Denis, ao norte da Capital francesa.




Após essa rápida retrospectiva, eu quero na verdade, lembrar de um texto que escrevi logo depois da Copa de 2006, para um grande parceiro de colégio, futebol, amigo do bairro e por fim, também de faculdade, apesar de sermos de cursos diferentes, Marcelo Dreher (Marcelinho), sobre Zidane e a sua indiscutível atuação na partida.







Marcelinho como que tu estas depois de sábado meu bruxo?






Caro Marcelo, eu como um futuro jornalista e para isso que estou estudando há cerca de um ano, resolvi escrever este texto. Tive reparando o jogo das quartas de finais da Copa do Mundo, entre Brasil e França, valendo uma vaga na semifinal da maior competição do planeta bola. Só que agora, com os olhos críticos de um jornalista amador, é verdade, que está dando os seus primeiros passos na profissão, que fiz questão de analisar essa partida para poder comentar nessas palavras.



Você tempos atrás me enviou um scrap no Orkut, dizendo que o meu ídolo no futebol (o camisa 5 do Real Madrid, o 10 da França, e final dos anos 1990, o 21 da Juventus) estava devendo um melhor desempenho nas últimas duas temporadas pelo time espanhol, que de fato é verdade, e eu concordo contigo. Onde nesse clube, o que mais se tem e o que vemos são nomes de jogadores consagrados, do que propriamente, um time de futebol. Por isso, os fracassos desses atletas e a decepção por parte de milhares torcedores da equipe do Real.



Mas eu nunca deixei de acreditar nele, mesmo quando anunciou que estava se despedindo da Seleção Francesa, com a eliminação da Eurocopa de 2004. Um ano mais tarde, com pedidos de uma nação e amigos, até mesmo de dentro do futebol, ele voltou atuar com a 10 da França, que a tanto consagrou. Dando-lhe três títulos de melhor jogador do mundo (1998, 2000 e 2003), ele ajudou o seu país a se classificar para mais uma Copa. Queira ou não, essa seria sua última competição da sua carreira vitoriosa no futebol. Momentos antes de começar a Copa na Alemanha, anunciou ainda em seu clube, que estaria se aposentando dos gramados no fim da competição. Mesmo tendo um ano há mais de contrato com o Real Madrid. Então, é assim que eu fiz o comparativo da partida de sábado entre essas duas Seleções.



Vejamos os noticiários. Para todos da imprensa e nós torcedores, a Seleção Brasileira é favoritíssima ao título mundial. Por conseqüência, isso nos garante, ao menos na teoria, que o Hexacampeonato Mundial já tenha um suposto dono, o Brasil. Isso devido ao grupo de jogadores bons que temos. Mas aí me submeti e pensei que nem no caso do Real, um time cheio de Galácticos, que na verdade, não conquistaram nada. E foi assim nessa Copa na Alemanha, a soberba da equipe brasileira era tanta, se é que podemos chamar de Seleção, que muitos jogadores medalhões estavam preocupados em bater seus recordes pessoais, do que vencerem “mais uma Copa”.



Casos de Ronaldo, Cafu, Roberto Carlos, o técnico Carlos Alberto Parreira e seu Zagallo, entre outros. Pois esses medalhões conseguiram os seus objetivos. A expectativa, a esperança e a euforia que toda mídia criou para o sofrido povo brasileiro, foram todos eles depositados em Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Robinho e companhia. Que infelizmente, não obteve sucesso. Que pena, não é gente? De nada nos adiantou! Perdemos novamente para a França, como ocorreu nas Copas de 1986 e 1998. Só que dessa vez, de maneira humilhante. Sem ter dado um chute a gol se quer. Irreconhecível a atuação da equipe brasileira.



Em 1986, Michel Platini comandou a equipe francesa. Há oito anos, tivemos o maior carrasco de todos os tempos, que na oportunidade, marcou duas vezes e de cabeça, pois com toda a sua maestria, genialidade, habilidade, calma, enfim..., de jogar futebol. E é simples e até demais só para ele. Que partida esse jogador fez contra o Brasil. Não fez o gol, mas deu o passe, como também deu chapéus, pedaladas, arrancadas, show de categoria, para calar todos aqueles que o criticaram quanto o peso de sua idade e o seu condicionamento físico.



Que fique claro dessa vez, a esses críticos que o futebol se joga com a cabeça e não do jeito brucutu, na força e por aí vai, como muitos gostam. Aos medalhões brasileiros, jogue o futebol pelo o prazer de se jogar, não com a cabeça nos recordes e dinheiro com propagandas e direitos de imagens. Os brasileiros agradecem.



Os franceses tinham certeza. Ou melhor, razão, quando pediram para que ele voltasse aos campos. E para o bem do futebol ele voltou. Esse atleta escutou a voz desses milhares de torcedores. Parou, pensou. Pensou no seguinte ditado popular: “A voz do povo é a voz de Deus”. Com esse ditado eu digo e escrevo: - Seja bem vindo outra vez, Zinedine Zidane.










Autor: Daniel Miranda








Ficha técnica: Brasil 0 x 1 França






Equipes:


Brasil: Dida, Cafu(Cicinho), Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Zé Roberto, Juninho Pernambucano(Adriano), Kaká(Robinho), Ronaldo e Ronaldinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira






França: Barthez, Sagnol, Thuram, Gallas, Abidal, Makelele, Vieira, Ribery(Govou), Zidane, Malouda(Wiltord) e Henry(Saha). Técnico: Raymond Domenech






Gols: 12min - 2º tempo - Henry






Cartões amarelos:


Brasil: Cafu, Juan, Lúcio e Ronaldo


França: Sagnol, Saha e Thuram






Local: Waldstadion, em Frankfurt.


Árbitro: Luis Medina Cantalejo (ESP).


Público: 48.000 espectadores.

domingo, 29 de junho de 2008

50 anos do primeiro título mundial

Hoje, 29 de junho de 2008, o povo brasileiro tem o que comemorar. Afinal, como sempre, só poderia vir por meio do futebol. Pois, podem celebrar os 50 anos do primeiro título mundial da seleção canarinho.

Em 1958, na Suécia, foi realizada a sexta Copa do Mundo da história. História essa que passaria ter um final feliz e tamanha importância para o Brasil. A Seleção Brasileira conquistou o seu primeiro título mundial naquele ano. O Brasil acabou por enfrentar os próprios donos da casa, vencendo os suecos, na final, pelo placar de 5 a 2. Jogo disputado em Estocolmo, as 15 horas, no Estádio Solna-Rasunda, diante de um público de 49 mil pessoas. A Suécia só venceu o sorteio do uniforme, assim, jogando a final de amarelo e o Brasil de azul.

A partir daquele momento, as habilidades técnicas da equipe brasileira eram admiradas por todo o mundo. Os brasileiros exibiam uma desenvoltura com a bola que não havia comparação entre os europeus. Embora, o Brasil tivesse se classificado para todas as Copas do Mundo, ainda não havia conseguido o título.

Título esse inédito para os brasileiros, que finalmente mostraram o seu potencial na Copa do Mundo, quando ofuscaram a competição e venceram o campeonato. A estrela do time foi um jogador excepcional, Edson Arantes do Nascimento, de apenas 17 anos, conhecido mundialmente pelo apelido Pelé, que dominaria o futebol internacional nos próximos 12 anos.

Depois da frustração da Copa de 1950 e da precoce eliminação na Copa de 1954, o Brasil recorreu a métodos científicos durante a preparação para a Copa da Suécia, que resultou no afastamento do time de Zito, Pelé e Garrincha (este último depois de um teste psicotécnico que o deu como totalmente incapacitado para as pressões emocionais de uma competição semelhante). Os jogadores acataram as decisões da comissão técnica, que pareceram acertadas depois da fácil vitória sobre a frágil seleção da Áustria por 3 a 0, gols de Mazola (2) e Nilton Santos.

No entanto, a total impossibilidade de furar o sólido bloqueio da defesa da Inglaterra no segundo jogo (o primeiro na história das Copas a terminar em um empate sem gols) levou os jogadores Bellini, Nilton Santos e Didi a pedirem uma reunião com o dirigente Paulo Machado de Carvalho e o técnico Vicente Feola. Nessa reunião, disseram que o time não podia prescindir do talento dos três jogadores afastados em conseqüência dos testes para vencer o jogo contra a forte e já extinta União Soviética (URSS), hoje Rússia, no qual só a vitória interessava. As partidas seguintes se encarregaram de provar que a avaliação dos jogadores estava correta. No jogo contra a URSS, a bola enfim chegou ao matador Vavá, que fez os gols na vitória por 2 a 0.

Depois veio o duríssimo jogo contra o País de Gales, decidido num lampejo do garoto Pelé, que deu dois chapéus dentro da área antes de mandar a bola para dentro do gol. O jogo contra a França, cujo resultado de 5 a 2 (três de Pelé, um de Vavá e Didi) dava a impressão de ter sido fácil, foi na verdade definido quando Fontaine, artilheiro da Copa com 13 gols, sofreu uma fratura na perna e teve que sair do jogo, deixando a sua equipe com um jogador a menos — naquela época, os times não podiam fazer substituições durante o jogo.

Na final, Pelé fez mais dois gols nos 5 a 2 contra a Suécia e começou a despontar como o “Rei do Futebol”. Os outros três gols da partida foram marcados por Vavá (2) e Zagalo. O time-base do Brasil era formado por: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo.


Parabéns Brasil pelo título mundial de 1958


Autor: Daniel Miranda
Fonte: Enciclopédia Encarta

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mensagem do Dia

A diferença de tamanho entre o futebol e o Brasil. O futebol é uma caixinha de surpresas, o Brasil é um galpão de corruptos.

O show sem espetáculo da Europa


O futebol pode mesmo refletir a sociedade onde é praticado. Pode exemplificar a civilização, o modo de vida enfim, do lugar onde acontece. Na Eurocopa 2008, vemos o espelho do continente na competição. Toda a pompa que exige um torneio entre seleções de primeiro mundo pode ser notado. Estádios luxuosos, confortáveis e seguros, cidades-sede das partidas com infra-estrutura de dar inveja, capaz de receber e muito bem, torcedores e turistas de todas as nações participantes. Uma pirotecnia usada nas cerimônias que demonstra o poderio financeiro dos europeus. Dão show. Mas o espetáculo mais esperado de todos, o feito dentro das quatro linhas, não passa de uma chatice. Uma ópera desafinada.
Os esquemas de quase todos os times são parecidos, retranqueiros. Os talentos são raros e coibidos com ríspidas jogadas muitas vezes. A falta de técnica fica evidente nos embates, que chegam a dar sono no cidadão postado em frente a TV. Os europeus sabem se vender muito bem, nos fazem engolir um campeonato sem brilho, sem emoção e ainda sim nos empolgar por os estarem vendo em campo. Itália contra França!! Que baita jogão! Mais parecia uma dose forte de calmante.
Eu me pergunto. Estará fadado o futebol europeu a essa escassez de técnica para sempre? Enquanto os cartolas do velho mundo tiverem como política prioritária assediar nossos talentos infantis, muitas vezes sem que os meninos tenham chegado sequer a puberdade, sim. Não é a toa que toda vez se abre a janela de transferências milhares de sulamericanos, e principalmente brasileiros, sejam seduzidos pelos valiosos euros que moram do outro lado do Atlântico. A FIFA, entidade máxima do futebol, tenta moderar esse câmbio, limitando em cinco o número de estrangeiros por time na Europa. O que convenhamos, deixaria bem menos interessantes, os milionários campeonatos de lá. Com toda a pujança econômica que possuem deveriam investir em seus próprios garotos, suas raízes. Para que no futuro possam colher frutos vistosos na grande feira que é o futebol, logo ali, em seus quintais.


Se quase todas as equipes européias são igualmente ruins, a Espanha não é. Com seu futebol técnico e ofensivo, a Fúria, como é carinhosamente chamada, encanta seus torcedores e simpatizantes. Como um grande time, começa com o bom goleiro Casillas, passa é verdade pelos brucutus Puyol e Sergio Ramos na defesa, mas tem no meio-campo grande força, com o futebol leve e sofisticado de Xavi, de Silva e do reserva titular Fabregas. No ataque duas peças raras, Fernando Torres e Villa. Talentos afinados e com faro de gol. Se não cair nas artimanhas do mecânico futebol alemão, os espanhóis darão um sinal de alento ao pobre futebol do velho mundo.